O REGISTRO DAS HASHTAGS COMO MARCAS

As hashtags vêm sendo usadas como ferramenta de marketing, mas para que elas possam ser protegidas como marca, incrementando o seu negócio e consolidando sua marca perante os consumidores, algumas regras devem ser observadas.

Hashtag consiste de uma palavra-chave antecedida pelo símbolo #, conhecido popularmente no Brasil por “jogo da velha” ou “sustenido”, muito utilizada nas mídias sociais como Twitter, Instagram, Facebook, Pinterest, Google+ e outros.

As hashtags individualizam palavras-chave, fazendo com que o conteúdo do seu post seja acessível a todas as pessoas interessadas no assunto publicado, permitindo-as comentar, compartilhar ou curtir o conteúdo.

O termo hashtag se tornou tão utilizado e conhecido no cotidiano das pessoas que foi, inclusive, incorporado ao dicionário da língua inglesa Oxford em junho de 2014.

Atualmente, cerca de 78% dos brasileiros acessam as redes sociais e, por isso, empresas dos mais variados setores no Brasil vêm tentando registrar suas hashtags como marca, com o intuito de se proteger da concorrência e garantir presença marcante nas redes sociais.

Com isso, as hashtags vêm se transformando em verdadeiras “armas publicitárias” entre as empresas e instituições que utilizam as redes sociais como meio de comunicação e marketing, objetivando atingir um número cada vez maior de pessoas.

Mas, escolher as hashtags certas é fundamental para que suas publicações consigam envolver o seu público-alvo e aumentar o reconhecimento de sua marca.

Geralmente, o uso de hashtags com títulos genéricos, relacionados ao seu produto ou serviço, irá expor o seu negócio para muitas pessoas, mas corre-se o risco de que seu conteúdo se perca no meio de centenas de informações usando as mesmas hashtags.

Para que a hashtag escolhida possa, de fato, promover seu negócio e fortalecer a imagem de sua empresa na web, é necessário que ela seja original e se relacione à sua marca.

Por isso, a tendência mundial é criar suas próprias hashtags, específicas para o seu negócio ou sua marca.

Aproveitando o poder das hashtags e buscando maior interação com os consumidores, empresas como a Coca-Cola, Ambev, P&G e Itaú, já efetuaram o registro de suas hashtags.

A Coca-Cola pediu o registro para #issoéouro e #thatsgold. A Procter & Gamble tem a #tipomenina para a marca de absorventes Always. O Itaú adota #issomudaomundo e a Ambev usa #brahmacompartilhe.

O uso das hashtags tende a ganhar cada vez mais força no mundo digital.

Não perca tempo! Registre a sua!

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EXAME PRIORITÁRIO DE PATENTE

O INPI se alinha com as modernas tendências de escritórios de patentes do mundo em disponibilizar exames prioritários. A intenção é atender as diferentes demandas e proporcionar soluções alternativas que reduzam o tempo de resposta do exame dos pedidos de patente.

Podem ter prioridade no exame os pedidos de patente nos quais:

  • o depositante tenha idade igual ou superior a 60 anos;
  • o depositante seja portador de deficiência, física ou metal, ou de doença grave;
  • o objeto do pedido esteja sendo reproduzido por terceiros sem a sua autorização;
  • a concessão da patente seja condição para obter recursos financeiros de agências de fomento ou instituições de créditos oficiais nacionais, na forma de subvenção econômica, financiamento ou participação societária, ou originários de fundos mútuos de investimento, para a exploração do respectivo produto ou processo;
  • objeto da patente esteja abrangido pelo ato do Poder Executivo Federal que declarar emergência nacional ou interesse público.
  • o objeto da patente estiver relacionado a tecnologias voltadas para o meio ambiente, de acordo com o Programa “Patentes Verdes”;
  • o objeto for considerados estratégico, especialmente para o Sistema Único de Saúde e estiver relacionado a produtos, processos farmacêuticos, equipamentos e materiais relacionados à saúde pública;
  • um dos pedidos de patente pertencentes à mesma família, depositados no Brasil e nos Estados Unidos, tiver sido deferido em um desses países, o depositante poderá requerer no outro país o compartilhamento do exame prioritariamente realizado, de acordo com o Projeto Piloto de Exame Compartilhado Prioritário – Patent Prosecution Highway — PPH;
  • o depositante seja realizado por microempresas (ME) ou empresas de pequeno porte (EPP) brasileiras (hipótese restrita à vigência do projeto piloto “Patentes MPE”, de conformidade com a Resolução nº 160/2016, de 23/02/2016).

Para mais informações sobre o exame prioritário ou sobre pedidos de patente no INPI, entre em contato conosco.

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