INOVAÇÃO EM TEMPOS DE CRISE

Nos tempos de crise como a que estamos enfrentando em razão do COVID-19, com a economia praticamente estagnada pela quarentena, os empresários estão se voltando à reestruturação interna, de forma a estarem preparados para dias melhores que certamente virão. São esperadas mudanças significativas nas relações de consumo, onde cada vez mais a importância está voltada à persona consumidora e suas necessidades. Novos hábitos e comportamentos devem surgir neste mercado pós epidemia, com revisão de processos, estruturas e modelos, onde a transparência e o benefício da coletividade deverão ser valorizados.
Como consequência, as empresas estão investindo em estratégias, produtos e serviços voltados a este “novo mercado” e, nesta fase de preparo tecnológico, inovações e novas tecnologias logicamente estarão presentes. Daí surge a importância de buscar a proteção de toda a Propriedade Intelectual resultado deste investimento, de forma a garantir a exclusividade necessária e evitar que estas inovações venham a pertencer ao domínio público.
Sabemos que esta fase é primordial para proteção do negócio, mas que, em razão do investimento necessário, muitas empresas decidem correr o risco.
Nós, da Brunner, estamos com vocês e trabalharemos para que o investimento necessário à proteção de suas inovações não seja um óbice, pois temos certeza de que novos e melhores dias virão e estamos cientes que, tão importante quanto a inovação, são as medidas necessárias a sua proteção.
O timing nesta fase pós crise é cada vez mais apertado, mas não deixe de nos consultar antes de se revelar ao mercado.

Brunner, 92 anos dedicados a proteger a criatividade.

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CORONAVÍRUS

O governo do Estado de São Paulo decretou quarentena, de 24.03.2020 até 07.04.2020, visando diminuir o avanço do COVID-19. O INPI, com o mesmo intuito, já suspendeu todos os prazos com vencimento até 14.04.2020. O protocolo eletrônico, utilizado quase na totalidade dos serviços relacionados a Propriedade Industrial, permanece em pleno funcionamento. Nós, da Brunner, estaremos em regime de home office pelo tempo determinado pelo Governo, permanecendo atentos às necessidades de nossos clientes. Oportunidade de inovar, repensar, criar e nos prepararmos para dias melhores, que certamente virão. E nós continuamos aqui, conectados e à disposição para proteger o resultado desta criatividade. #isoladosmasconectados

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EMPRESA BRASILEIRA É PROIBIDA DE COPIAR DESIGN DE EQUIPAMENTOS DE GINÁSTICA

Empresa brasileira condenada por concorrência desleal está impedida de copiar design de equipamentos de ginástica de empresa italiana

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Em 29 de setembro de 2016, a 22ª Câmara Cível do TJ/RJ, em decisão unânime, manteve a sentença de primeira instância e condenou a empresa brasileira de equipamentos de ginástica Athletic Way a abster-se de importar e comercializar equipamentos com o mesmo design dos produtos da italiana Technogym SPA.

A empresa italiana ajuizou ação de obrigação de não fazer, com base em concorrência desleal, alegando que a empresa brasileira estava importando e comercializando linhas de equipamentos de ginástica sob os títulos Athletic Linha Future e Athletic Linha Sensation, idênticas às linhas Technogym Purestrength Line e Technogym Selection Line. Os equipamentos teriam sido adquiridos de empresa chinesa, que fabrica cópia dos produtos da Technogym.

A relatora do caso, a desembargadora Odete Knaak de Souza, observou que “o conjunto visual dos produtos merece proteção jurídica independentemente de qualquer outra formalidade, haja vista ser desnecessário o seu registro para pleitear sua proteção“.

Para a relatora, “a confrontação dos produtos SENSATION e FUTURE X SELECTION e PURE STRENGTH, aliada as outras condutas praticadas pelo apelante, remete a inafastável constatação: trata-se de produto produzido com o nítido escopo de imitar ou, aos menos, de se aproveitar dos produtos comercializados pelas autoras.”

Segundo a relatora, ficou demonstradono laudo e nas provas coligidas, que a ré ostenta indevidamente a padronização visual dos equipamentos produzidos e comercializados pela parte autora, e que tal prática desleal pode confundir os consumidores – que são induzidos a acreditar que os produtos da infratora são da mesma qualidade da empresa demandante, porém com preço inferior – parecendo irrefutável, em consequência, a existência de prejuízos experimentados pelo titular da marca”.

A relatora impôs multa à Athletic Way pelo descumprimento da liminar e, verificada a concorrência desleal a empresa brasileira foi condenada, ainda, a pagar as perdas e danos a serem apurados em liquidação de sentença.

  • Processo: 0308980-98.2013.8.19.0001

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O REGISTRO DAS HASHTAGS COMO MARCAS

As hashtags vêm sendo usadas como ferramenta de marketing, mas para que elas possam ser protegidas como marca, incrementando o seu negócio e consolidando sua marca perante os consumidores, algumas regras devem ser observadas.

Hashtag consiste de uma palavra-chave antecedida pelo símbolo #, conhecido popularmente no Brasil por “jogo da velha” ou “sustenido”, muito utilizada nas mídias sociais como Twitter, Instagram, Facebook, Pinterest, Google+ e outros.

As hashtags individualizam palavras-chave, fazendo com que o conteúdo do seu post seja acessível a todas as pessoas interessadas no assunto publicado, permitindo-as comentar, compartilhar ou curtir o conteúdo.

O termo hashtag se tornou tão utilizado e conhecido no cotidiano das pessoas que foi, inclusive, incorporado ao dicionário da língua inglesa Oxford em junho de 2014.

Atualmente, cerca de 78% dos brasileiros acessam as redes sociais e, por isso, empresas dos mais variados setores no Brasil vêm tentando registrar suas hashtags como marca, com o intuito de se proteger da concorrência e garantir presença marcante nas redes sociais.

Com isso, as hashtags vêm se transformando em verdadeiras “armas publicitárias” entre as empresas e instituições que utilizam as redes sociais como meio de comunicação e marketing, objetivando atingir um número cada vez maior de pessoas.

Mas, escolher as hashtags certas é fundamental para que suas publicações consigam envolver o seu público-alvo e aumentar o reconhecimento de sua marca.

Geralmente, o uso de hashtags com títulos genéricos, relacionados ao seu produto ou serviço, irá expor o seu negócio para muitas pessoas, mas corre-se o risco de que seu conteúdo se perca no meio de centenas de informações usando as mesmas hashtags.

Para que a hashtag escolhida possa, de fato, promover seu negócio e fortalecer a imagem de sua empresa na web, é necessário que ela seja original e se relacione à sua marca.

Por isso, a tendência mundial é criar suas próprias hashtags, específicas para o seu negócio ou sua marca.

Aproveitando o poder das hashtags e buscando maior interação com os consumidores, empresas como a Coca-Cola, Ambev, P&G e Itaú, já efetuaram o registro de suas hashtags.

A Coca-Cola pediu o registro para #issoéouro e #thatsgold. A Procter & Gamble tem a #tipomenina para a marca de absorventes Always. O Itaú adota #issomudaomundo e a Ambev usa #brahmacompartilhe.

O uso das hashtags tende a ganhar cada vez mais força no mundo digital.

Não perca tempo! Registre a sua!

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