BAIANA DO ACARAJÉ – USO NÃO AUTORIZADO DE IMAGEM

Adriana Brunner • 4 de agosto de 2023

A notícia publicada pelo Conjur, relata um caso em que uma editora foi condenada a indenizar uma baiana de acarajé em R$ 5 mil por uso indevido de sua imagem em um livro didático. A editora utilizou a fotografia da mulher sem o seu consentimento para fins econômicos, o que foi considerado um ato ilícito. A editora argumentou que a foto foi tirada em um local público e que não tinha intenção de lucro, mas esses argumentos foram rejeitados pelo tribunal.


Este caso ressalta a importância da autorização prévia para o uso de imagens de pessoas, para qualquer meio, seja físico ou digital. A utilização de imagens sem o consentimento do retratado pode resultar em danos morais e, consequentemente, em indenizações. 


Além disso, o caso também destaca que a intenção de lucro não é um fator determinante para a caracterização do uso indevido de imagem, uma vez que a editora, mesmo alegando que a foto foi utilizada apenas para fins informativos, foi condenada.


A proteção à imagem é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal e pelo Código Civil. Portanto, é essencial que empresas e indivíduos estejam cientes dos limites impostos e, sempre que necessário, solicitem a autorização prévia para o uso de imagens. Isso evita conflitos legais e respeita o direito de cada pessoa à sua imagem.


Fonte: Conjur

Golpes envolvendo registro de marcas crescem junto com a busca por proteção no INPI
Por Adriana Brunner 25 de maio de 2026
O aumento no número de pedidos de registro de marcas no Brasil trouxe um efeito colateral preocupante: o crescimento de golpes envolvendo falsas comunicações sobre processos no INPI.
Patente que demora perde valor: o custo invisível do backlog do INPI para a inovação brasileira
Por Adriana Brunner 22 de maio de 2026
O caso do medicamento Vonau Flash expõe um dos maiores entraves estruturais da inovação no Brasil: a demora na análise de patentes.
Propriedade intelectual e saúde: proteger inovação também é proteger o futuro do acesso a tratamento
Por Adriana Brunner 21 de maio de 2026
Existe uma percepção recorrente de que propriedade intelectual e acesso à saúde caminham em lados opostos. Mas a discussão real é mais complexa.
Patentes: por que proteger a inovação se tornou essencial para a economia moderna
Por Adriana Brunner 20 de maio de 2026
Patentes existem há mais de 600 anos — e continuam no centro das disputas sobre inovação, tecnologia e desenvolvimento econômico.
30 anos da Lei de Propriedade Industrial: o Brasil entendeu o valor da inovação
Por Adriana Brunner 19 de maio de 2026
Quando a Lei nº 9.279 foi sancionada em 1996, o país deixava para trás um modelo fechado e pouco alinhado às regras internacionais de inovação. Três décadas depois, o cenário mudou
Couro de peixe e Indicação Geográfica: quando tradição, sustentabilidade e inovação geram valor
Por Adriana Brunner 18 de maio de 2026
A concessão de Indicação Geográfica ao couro de peixe produzido em Pontal do Paraná mostra como a propriedade intelectual pode atuar como ferramenta concreta de desenvolvimento regional.
Inovação não é ideia: é capacidade de transformar conhecimento em valor
Por Adriana Brunner 15 de maio de 2026
Os números de depósitos de patentes no Brasil revelam um paradoxo relevante: o país produz conhecimento técnico e científico em escala significativa...
Indicações Geográficas impulsionam exportações e fortalecem o turismo rural
Por Adriana Brunner 14 de maio de 2026
As Indicações Geográficas vêm deixando de ser apenas um selo de reconhecimento territorial para se consolidarem como verdadeiras ferramentas de desenvolvimento econômico.
Quando o alfabeto não tem dono: marca portuguesa vence a Louis Vuitton em disputa por “LV”
Por Adriana Brunner 13 de maio de 2026
A recente derrota da Louis Vuitton em disputa contra a pequena marca portuguesa “Licores do Vale” traz uma discussão importante sobre os limites da exclusividade marcária.
Publicidade comparativa tem limite: iFood vence ação contra 99Food por concorrência desleal
Por Adriana Brunner 8 de maio de 2026
A recente decisão da Justiça de São Paulo envolvendo iFood e 99Food reacende um tema central no Direito da Concorrência: até onde uma empresa pode ir ao comparar seus serviços com os de um concorrente?
Mais Posts