CAMISAS AMARELINHAS

Adriana Brunner • 30 de maio de 2023

ADIDAS X CBF - O Tribunas de Justiça do Rio de Janeiro julgou caso envolvendo a CBF e a Adidas sobre a venda de "camisas amarelinhas". Isto porque a marca de esportes comercializou camisetas verde e amarelo, enquanto a patrocinadora oficial da Copa era a Nike.


Com isso a CBF alegou que a Adidas estava imitando o uniforme oficial da Seleção Brasileira, violando a Lei Pelé e praticando concorrência desleal. A Adidas, por sua vez, argumentou que não estava usando nenhuma marca exclusiva da CBF e que as cores verde e amarelo, como cores nacionais, não podem ser apropriadas por uma única entidade.


Em uma decisão que enfatiza o significado da identidade visual - ou 'trade dress' - a Desembargadora Relatora, Nádia Freijanes, concordou com a Adidas. Ela destacou que, embora a aparência geral de um produto possa ser protegida, a CBF não conseguiu demonstrar que a Adidas havia imitado a camisa da seleção de maneira a causar confusão entre os consumidores.


No entanto, o Desembargador Cleber Ghelfenstein, em voto divergente, defendeu a posição da CBF, argumentando que a semelhança entre as camisas era óbvia e configurava concorrência desleal.


Baseado neste voto divergente, já foi interposto recurso especial e a matéria pode ser apreciada pelo Superior Tribunal de Justiça. Fique ligado para mais atualizações sobre este caso fascinante que combina esporte, direito e identidade nacional!


Fonte: Tribuna do Norte

EXPRESSÃO POPULAR EM EVENTO NÃO VIOLA PROPRIEDADE INDUSTRIAL
Por Adriana Brunner 24 de agosto de 2026
TJ-SP autoriza uso de "Tardizinha Gospel" apesar de registro da marca "Tardezinha". Entenda a decisão e seus impactos jurídicos.
Direitos autorais: crédito ao autor não é opcional
Por Adriana Brunner 19 de agosto de 2026
MC Ryan SP e GR6 são condenados por não creditar compositor em 34 músicas. Entenda a decisão e seus impactos para o mercado musical.
Mais uma Indicação Geográfica fortalece o agro brasileiro!
Por Adriana Brunner 12 de agosto de 2026
Circuito das Águas Paulista conquista Indicação Geográfica para cachaça de alambique, concedida pelo INPI. Saiba mais sobre essa conquista.
Usar a marca do concorrente no Google Ads pode configurar concorrência desleal.
Por Adriana Brunner 11 de agosto de 2026
TJDFT condena empresa por usar marca concorrente como palavra-chave no Google Ads. Entenda os riscos jurídicos e o que diz a decisão.
Guarapuava conquista a primeira Indicação Geográfica do Brasil para cervejas artesanais
Por Adriana Brunner 10 de agosto de 2026
Guarapuava (PR) recebe a 1ª Indicação Geográfica do Brasil para cervejas artesanais, concedida pelo INPI. Entenda os benefícios para produtores e região.
Marcas famosas podem ser perdidas O caso Ploc e Ping Pong reacende o debate sobre a caducidade
Por Adriana Brunner 7 de agosto de 2026
Ploc e Ping Pong enfrentam processo de caducidade no INPI. Entenda por que o registro de marca sem uso pode levar à perda da exclusividade.
UFMG lidera ranking de depósitos de patentes entre as universidades brasileiras
Por Adriana Brunner 6 de agosto de 2026
UFMG é a universidade que mais depositou patentes no Brasil em 2025. Saiba como a propriedade intelectual impulsiona a inovação e a transferência de tecnologia.
Quando o princípio da especialidade encontra seus limites: TJ-SP mantém condenação do restaurante
Por Adriana Brunner 5 de agosto de 2026
TJSP condena restaurante de Jacquin por violar a marca Président. Entenda por que o princípio da especialidade não protegeu o chef nesse caso marcário.
Quando o INPI diz
Por Adriana Brunner 30 de julho de 2026
1 em cada 4 pedidos de marca é indeferido pelo INPI. Saiba quais são os erros mais comuns e como registrar sua marca com mais chances de sucesso.
A corrida pela prioridade no registro de marcas por que o tempo se tornou um ativo estratégico
Por Adriana Brunner 23 de julho de 2026
O INPI ampliou o trâmite prioritário para marcas. Saiba como startups e marketplaces podem registrar sua marca em até 120 dias e ganhar vantagem competitiva.
Mais Posts