Combate à pirataria no ambiente digital ganha força no Brasil
O novo Plano Nacional de Combate à Pirataria, coordenado pelo Ministério da Justiça, deixa claro um ponto que as marcas já sentem na prática: a pirataria migrou definitivamente para o ambiente digital.
Marketplaces, redes sociais, sites falsos e anúncios patrocinados passaram a ser os principais canais de venda de produtos contrafeitos. Por isso, o plano traz como pilares a integração entre fiscalização, prevenção e uso de tecnologia, além de maior cooperação entre órgãos públicos e plataformas digitais.
O ponto mais relevante para as empresas:
o combate à pirataria não pode ser apenas reativo. Prevenção e monitoramento contínuo são fundamentais para proteger a marca, o consumidor e o próprio mercado.
Quando uma marca é usada indevidamente no meio digital, o prejuízo não é só financeiro. Há:
- risco ao consumidor (origem e qualidade desconhecidas),
- desvio de clientela,
- diluição do valor da marca,
- e perda de confiança.
A iniciativa do governo vai na direção certa, mas reforça algo essencial: quem não acompanha o que acontece com sua marca no ambiente digital acaba descobrindo o problema tarde demais.
Pirataria hoje não acontece mais “na esquina” — ela acontece no clique.
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